
Trabalhou em banco e ficou com a sensação de que algo não foi pago?
Há mais de 10 anos analisamos os casos de quem trabalha ou trabalhou em banco. Conte a sua situação: a avaliação é gratuita e sigilosa, e a gente te diz com franqueza se há o que discutir.
Reconhece alguma dessas?
São situações que, com frequência, geram direitos para quem trabalha em banco. Se você se reconhece em alguma, vale avaliar.
Horas extras não pagas
Jornada além do previsto que não entrou no contracheque.
7ª e 8ª horas
Jornada de 8 horas sem cargo de confiança real pode gerar horas extras.
Cargo de confiança irregular
Gratificação sem autonomia de verdade pode descaracterizar o enquadramento.
Assédio moral
Humilhações, exposição e pressão abusiva no ambiente bancário.
Metas abusivas
Cobranças que ultrapassam o razoável e afetam a saúde.
Burnout
Esgotamento ligado ao trabalho pode ser doença ocupacional.
Doença ocupacional
Adoecimento causado ou agravado pela atividade bancária.
LER / DORT
Lesões por esforço repetitivo pela rotina nas agências.
Ansiedade
Quadros ligados ao ambiente e às cobranças do banco.
Depressão
Reconhecida como ocupacional quando ligada ao trabalho.
Dispensa discriminatória
Demissão motivada por doença ou discriminação.
Estabilidade
Situações em que a lei garante estabilidade provisória.
Equiparação salarial
Mesma função que um colega, com salário menor.
Acúmulo de função
Exercer mais de um cargo recebendo por um só.
Desvio de função
Exercer função diferente da que foi contratada.
Intervalos não concedidos
Pausa de almoço e descanso suprimidos na jornada.
Controle de jornada
Marcação de ponto irregular ou jornada não registrada.

Mais de 10 anos enfrentando bancos. Do seu lado.
A Pyrrho Advogados atua exclusivamente na defesa do trabalhador — nunca dos bancos. Conhecemos por dentro as práticas que geram horas extras não pagas, enquadramentos irregulares e adoecimento. É essa experiência que colocamos no seu caso.
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Pode. A lei garante o acesso à Justiça mesmo durante o contrato. Avaliamos a estratégia mais segura para proteger você.
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Depende do caso e do tribunal, mas em média as ações trabalhistas levam de 1 a 3 anos. Mantemos você informado em cada etapa.
Provavelmente sim. Existem prazos de prescrição, mas muitos direitos continuam exigíveis por anos após a saída. Vale conferir o seu caso.
Não. Atendemos 100% online, por WhatsApp e vídeo, para todo o Brasil. Se preferir, também recebemos presencialmente em Recife.
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